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quarta-feira, 26 de maio de 2010

26 de maio de 2010

CEU EMEF JAGUARÉ PROFESSOR HENRIQUE GAMBA, 26/05/2010 - 4ºB.

Antes da aula: tudo como de costume.

Rotina:

- Oração (não obrigatória) e chamada.

- Conversa sobre a aula: o que e como teremos.

- Leitura compartilhada: "O Mágico de Oz" - Como Dorothy salvou o Espantalho (recordação dos capítulos anteriores também).

- Ilustração livre sobre o livro - poderia ser deste ou outro capítulo lido, ou de como poderia ser o Mágico de Oz (usando a imaginação).

- Início da correção da lição de Matemática (lição de casa do material institucional).

- "Dia do Desafio" - uma volta completa em torno do BEC.

- Informática na brinquedoteca (08h30).

- Recreio (09h15).

- Ensaio da dança da festa junina.

- Continuação do material institucional de Matemática (trabalhos em grupos, plantão de dúvidas e auto correção) até a página 30. Lição de casa, página 31.

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ASPECTOS DA AULA:

Aula bem participada, apesar da ausência de alguns alunos.

Os alunos estavam agitados, mas não como ontem - hoje estavam bem mais colaborativos.

A atividade do "Dia do Desafio" constituiu em uma volta à pé em torno do BEC, sendo orientado por vários educadores. Mas, devido a falta de colaboração de uma minoria de alunos, as atividades físicas ao longo da caminhada foram substituídas por um caminhar simples. Estavam juntas as três quartas séries. Antes, na vez das terceiras séries, pudemos ver os alunos caminhando em volta do BEC, através da porta de vidro de nossa classe.

Após o recreio, a educadora aposentada que lecionou por décadas na EMEF Marechal Espiridião Rosas, iniciou o ensaio da Dança do Carimbó, com os alunos das quartas séries. Vale lembrar que ela está fazendo esse brilhante trabalho voluntário a convite dos Educadores do CEU. Participaram vários alunos das três classes, a maioria com espirito colaborativo (porém e, infelizmente, não todos; mas a experiência de quase três décadas que a professora tem permitiu que nada desse errado).

O nome do CEU Jaguaré foi alterado para CEU Jaguaré Professor Henrique Gamba por meio da Lei Municipal nº 15.155, de 13 de maio de 2010 - confira um comentário do residente local, bem como o texto integral dessa lei nestes links (abrem em nova tela): http://pazeduca.pro.br/jaguare/?p=106 ou http://www.comunidade.pro.br/2010/05/novo-nome-mesmo-predio.html

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Projeto Paz Educa:

Imagens eventualmente publicadas estão de acordo com a legislação em vigor e não podem ter usos diferentes das finalidades deste projeto!

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terça-feira, 25 de maio de 2010

25 de maio de 2010

CEU EMEF J*, 25/05/2010, 4ºB.


Antes da aula: como de costume (ver dias anteriores; quando ocorrerem novidades, serão postadas aqui).

Rotina:

- Oração (não obrigatória) e chamada.

- Conversa sobre a aula: o que e como teremos; retomada da conversa de ontem (sobre comportamentos, favor verificar).

- Leitura compartilhada: "O Mágico de Oz" - a conversa com os Munchkins (recordamos também partes do capítulo de ontem; também lembramos elementos importantes do capítulo de hoje, muitos dos quais já estavam na memória de vários alunos - o livro é um clássico da literatura).

- Matemática: material institucional - correção coletiva das páginas 18, 19, 20 e 21; atividades em grupos das páginas 22, 23 e 24. Grupos trabalharam, em sua maioria, de forma autônoma e solicitaram a orientação do professor quando necessário

- Recreio (09h15).

- Matemática: correção coletiva das páginas 22, 23 e 24. 

- Informes informais sobre o "Dia do Desafio" (que será amanhã) - colaboração coletiva, para não prejudicar ninguém.

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ASPECTOS DA AULA:

Cerca de um terço da classe esteve muito agitado (conversas e brincadeiras em momentos inoportunos, progredindo para baderna), comprometendo o andamento das aulas. Foram tomadas providências pedagógicas (conversas, acordos e advertências orais), pois o Professor é autoridade pedagógica e recusa outros papeis que tentam impor a ele. Outras providências, de cunho mais legalista e técnico poderão ser tomadas junto à Coordenação Pedagógica, Direção e Gestão - tudo para o melhor do aluno (tanto aquele que prejudica, como - e principalmente - aquele que é prejudicado). Lembrando que quarto ano é série de retenção e também o foco das avaliações institucionais externas e, por isso, não pode-se perder o enfoque pedagógico em detrimento de outras delegações que a sociedade tenta jogar sobre a Escola e seus funcionários-educadores.

Ficou para outra data: Natureza e Sociedade (Ciências): o corpo humano - reprodução (prevista para a data de hoje).
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segunda-feira, 24 de maio de 2010

24 de maio de 2010

CEU EMEF. J*, 24/05/2010 - 4ºB.

Antes da aula: alunos brincavam sem problemas; filas foram formadas por poucos no horário correto.

Rotina:

- Oração (não obrigatória) e chamada.

- Conversa sobre a aula: o que e como teremos; comportamento da classe (o que é esperado por causa da idade e o que é, de fato, desrespeito); evitar problemas (mesmo que alguns vivam em meio a violência, transforme estas horas na escola em diferencial positivo em sua vida).

- Leitura compartilhada: "O Mágico de Oz" - O ciclone. Antes, conversamos um pouco sobre o livro e imagens que permanecem na cabeça de todos: estrada de tijolos amarelos, espantalho e homem de lata com coração - o livro serviu de base para muitas produções artísticas, dai essas imagens presentes na mente de muitos.

- Matemática: material institucional, pág. 17 a 19. Assunto: cálculo mental, decomposição de numerais (lembramos o V.A. e V.R., já estudados) e motivo do "empréstimo" na subtração - orientações, trabalho em grupos e auto correção (pág. 18 e 19 serão corrigidas amanhã).

- Recreio (09h15).

- Matemática: continuação. Lição de casa: fazer pág. 20 e 21 (quem não tiver feito).

- Educação Física (10h20), com o professor especialista - parte teórica de jogos.

- Sala de Leitura (11h05), com a professora especialista.

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ASPECTOS DA AULA:

Aula bem participada, sem maiores problemas. Ficamos em grupos livres até após o recreio.

Conversa inicial serviu para esclarecer o que é bagunça e desrespeito e o que é agitação própria da idade (e o professor levará "numa boa") - isto garantiu certa tranquilidade durante a aula.

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sábado, 22 de maio de 2010

Tres Peneiras




Olavo foi transferido de projeto. Logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta:

– Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele ...

Nem chegou a terminar a frase, Juliano, o chefe, aparteou:

– Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?

– Peneiras? Que peneiras, Chefe?

– A primeira, Olavo, é a da
VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?

– Não. Não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram Mas eu acho que...

E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:

– Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da
BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?

– Claro que não! Deus me livre, Chefe! – diz Olavo, assustado.

– Então, – continua o chefe – sua história vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira, que é a da
NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?

– Não chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que eu iria contar - fala Olavo, surpreendido.

– Pois é Olavo. Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras ? – diz o chefe sorrindo e continua: – Da próxima vez em que surgir um boato por ai, submeta-o ao crivo dessas três peneiras:
Verdade - Bondade - Necessidade, antes de obedecer ao impulso de passa-lo adiante, porque:
PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS

PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS

PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS

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"Vocês já sabem, meus queridos irmãos: cada um seja pronto para ouvir, mas lento para falar, e lento para ficar com raiva, porque a raiva do homem não produz a justiça que Deus quer. Se alguém pensa que é religioso e não sabe controlar a língua está enganando a si mesmo, e sua religião não vale nada."
(Carta de S. Tiago cap. 1, vers. 19 - 20 e 26.)
Veja também: cap. 3, vers. 1 ao 12.

Texto original, do filósofo Sócrates:

Augustus procurou Sócrates e disse-lhe:

- Sócrates, preciso contar-lhe algo sobre alguém! Você não imagina o que me contaram a respeito de...

Nem chegou a terminar a frase, quando Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:

- Espere um pouco Augustus. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?

- Peneiras? Que peneiras?

- Sim. A primeira, Augustus, é a da verdade. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro?

- Não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram!

- Então suas palavras já vazaram a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira: a bondade. O que vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?

- Não, Sócrates! Absolutamente, não!

- Então suas palavras vazaram, também, a segunda peneira. Vamos agora para a terceira peneira: a necessidade. Você acha mesmo necessário contar-me esse fato, ou mesmo passá-lo adiante? Resolve alguma coisa? Ajuda alguém? Melhora alguma coisa?

- Não, Sócrates... Passando pelo crivo das três peneiras, compreendi que nada me resta do que iria contar.


E Sócrates sorrindo concluiu:

- Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, quanto você e os outros iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos. Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz! Da próxima vez que ouvir algo, antes de ceder ao impulso de passá-lo adiante, submeta-o ao crivo das três peneiras porque:


•Pessoas sábias falam sobre idéias;

•Pessoas comuns falam sobre coisas;

•Pessoas medíocres falam sobre pessoas.



(recebido, há tempos, por e-mail)
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